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Penso Rápido

Pequenos Remédios, para as comichões do dia-a-dia.

Penso Rápido

Pequenos Remédios, para as comichões do dia-a-dia.

Shimbalaiê

E a vida é tão mais simples.







Shimbalaiê, quando vejo o sol beijando o mar
Shimbalaiê, toda vez que ele vai repousar
Shimbalaiê, quando vejo o sol beijando o mar
Shimbalaiê, toda vez que ele vai repousar
Natureza, deusa do viver
A beleza pura do nascer
Uma flor brilhando à luz do sol
Pescador entre o mar e o anzol
Pensamento tão livre quanto o céu
Imagino um barco de papel
Indo embora pra não mais voltar
Tendo como guia Iemanjá
Shimbalaiê, quando vejo o sol beijando o mar
Shimbalaiê, toda vez que ele vai repousar
Shimbalaiê, quando vejo o sol beijando o mar
Shimbalaiê, toda vez que ele vai repousar
Quanto tempo leva pra aprender
Que uma flor tem vida ao nascer
Essa flor brilhando à luz do sol
Pescador entre o mar e o anzol
Shimbalaiê, quando vejo o sol beijando o mar
Shimbalaiê, toda vez que ele vai repousar
Shimbalaiê, quando vejo o sol beijando o mar
Shimbalaiê, toda vez que ele vai repousar
Ser capitã desse mundo
Poder rodar sem fronteiras
Viver um ano em segundos
Não achar sonhos besteira
Me encantar com um livro
Que fale sobre vaidade
Quando mentir for preciso
Poder falar a verdade
Shimbalaiê, quando vejo o sol beijando o mar
Shimbalaiê, toda vez que ele vai repousar
Shimbalaiê, quando vejo o sol beijando o mar
Shimbalaiê, toda vez que ele vai repousar
Shimbalaiê, quando vejo o sol beijando o mar
Shimbalaiê, toda vez que ele vai repousar
Shimbalaiê, quando vejo o sol beijando o mar
Shimbalaiê, toda vez que ele vai repousar
Written by Mayra Correa • Copyright © EMI Music Publishing


Des-norteada

Tirámos os relógios. Guiá-mo-nos pelo sol, pela aragem mais fresca ou não.

Guiá-mo-nos pela fome e vontade de comer. Mais esta última. Tudo sabia bem.

Preguiçamos muito. Abraçamos ainda mais. Rende-mo-nos aos abraços e "mimaços", na mistura boa de mimos e abraços.

Houve dias em que nos fartámos uns dos outros por breves instantes, para logo a seguir perceber que nos queríamos ainda mais. 

Enjoar, como aquelas bolas de Berlim, em que no fim nos lambuzamos e achamos que não conseguimos nem mais uma dentada mas que no último instante, afinal, já se tem saudade de mais.

Foram dias com poucos ou nenhuns planos. O único plano era existirmos uns para os outros e pelo dia em si.

Perder o norte dos dias e encontrar o norte que nos guia uns para os outros, para vermos muito mais além.







E às vezes...

...mesmo sabendo que é até já, mesmo não se sabendo quando é esse até já.

Mesmo que se carregue no peito mais certezas hoje, do que antes.

Mesmo que se viva neste chegar, para logo a seguir ir-se embora.

Que ainda se sinta o cheiro. Que haja tantas recordações por perto. 

Que falte uma parte de nós, porque somos mais nós, quando esse outro está ao pé. 

Apesar da muita estrada percorrida, aos sobressaltos e saltos de vale em vale.

Apesar de muitos abraços, risadas, confidências e vivências num código binário, de ti, de mim.

Mesmo sabendo tudo isso, às vezes, a palavra que toma conta do dia é esta, com o colorido de se saber que vai correr tudo bem.





Coisas simples



Às vezes há acontecimentos que aumentam a graduação do que se vê a seguir. Como uma lupa que potencia emoções, sentimentos e vivências, antes consideradas banais e agora exponencialmente valorizadas.

Planos dos últimos tempos. Aprendizagens que vão ficar neste terminar desta década, a principiar, quase a década seguinte. 

Das coisas simples de imenso valor.





Em dias sem sol

Há dias sem sol. Sem nuvens. Sem nada. 

Há dias em que as palavras nos faltam, mesmo que o nosso mundo seja feito de dar palavras que confortem o outro.

Há dias em que o mundo fica virado do avesso, em que nós nos viramos do avesso e um sentimento de impotência se apodera de nós. 

Quando acontece algo que foge da órbita lunar e vira a gravidade ao contrário, sugando-nos para fora deste planeta e nos sentimos a flutuar, no espaço escuro do universo. Num vazio frio, despido de sentido.

Um medo das incertezas, dos imprevistos banais e que podem ser fatais, em que se percebe o tamanho e o poder que um segundo faz na vida de alguém, e por sua vez, nas vidas a quem essa pessoa tanto toca.

Nos dias sem sol, sem nuvens, sem nada, ficam os abraços apertados, muito apertados. Mesmo que falhem as palavras que soam tão ocas, tão sem sentido. Os abraços serão sempre extensão de afetos em tempo e espaço real. 

Ficam também os olhares sinceros de quem quer bem, mesmo sem dizer nada. 
Fica um espírito de comunidade que se uniu, procurando de alguma forma partilhar uma dor que não tem dignidade para dizer que é sua, mas que, de alguma forma quer tomar como pertencente e carregar só por um pouco. Não alivia mas fica a esperança de reconfortar. 

Em dias sem sol, e nos dias seguintes, semanas seguintes e por todos esses dias longos fora, em que a falta de alguém, transforma em décadas, uma simples hora, honra-se quem parte procurando esse sol dentro de cada um e irradiando por quem se cruze. 

Uma luz que fica e que não pode ficar em vão, que se homenageia nas boas ações de cada um.

Em dias sem sol...que surja a luz do amor, que se espalhe, que se multiplique, pela vontade de quem parte, pela necessidade de quem fica a olhar para o alto, em busca de uma orientação. E que a luz do amor seja mais forte.









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