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Penso Rápido

Pequenos Remédios, para as comichões do dia-a-dia.

Penso Rápido

Pequenos Remédios, para as comichões do dia-a-dia.

Empurrão

Dia 2|364

Não sei até onde isto vai dar mas é seguir em frente.

Levar à frente esta certeza, incerta de não saber como é que o filme acaba mas saber que se quer que seja feliz. Deixar para trás muitas angústias e medos. 

Este ano é para libertar e deixar entrar o que é preciso e faz bem.

Dia 2: arrumar a cabeça, a alma, encontrar o norte. Mesmo quando a bússola esteja desnorteada, acreditar, até às estranhas mais entranhadas e estranhadas que, de uma ou outra forma, isto vai bater certo. Porque quando se quer e se sai do sofá, a vida dá um empurrão.



Adeus...

Vou ali dizer adeus.

Amanhã vai ser a festa do ano novo cá em casa. Porque haveria de ser a 31 de dezembro? Vai ser amanhã e pronto. E por isso hoje é dia de dizer adeus a muita coisa:


  • adeus ao adiar. Vou agir, muito mais ainda do que já faço. Despachar o que há para fazer para sobrar tempo para as cambalhotas;
  • adeus ao "a seguir já me vou sentar ao pé deles, agora vou só ali fazer mais isto...". Mimalhar mais. Vale tudo: abraços, beijos, beijinhos, perder-me neles. 
  • adeus à ruminação cinza-negra. Perder no que foi, poderia ter sido, ou que foi ou não dito. Gasta-se tempo, energia, e tanta coisa boa que passa ao lado.

3 objetivos simples para a minha passagem de hoje para amanhã. Esqueci-me de dizer. Amanhã faço anos. Hoje é dia de adeus. Amanhã é dia de Olá...novo ano. Despedir-me durante o próximo ano, deste último ano desta década. 

Adeus e ... até já!




Foto aqui

Maratonas e corridas à parte ... Dia 5#

E chegamos a sexta.

A mente está com superpoderes:

  • deu graças por coisas pequenas, conquistas grandes, bênçãos de todos os dias como sorrisos, reconhecimentos e banalidades a que nos habituamos mas que são tão preciosas;
  • relembrou-se da importância de dar só porque sim, e boas surpresas apareceram, porque quando se dá de coração, a energia circula e multiplica-se;
  • treinou a importância de mudar e trocar de letras. Mesmo sendo difícil, as diferenças vão aparecendo e a forma de pensar e agir transforma-se;
  • compreendeu que tudo isto só faz sentido se tirarmos a cara séria das coisas.
E quase a cortar a meta a mente percebeu que tudo isto só faz sentido se souber parar.

Desafio do Dia 5#: parar. Amanhã há muito para fazer, mesmo sendo fim-de-semana. Há sempre. Mas hoje é dia de parar um pouco. Antes da maratona, o corpo precisa de descansar. E a mente também.

Bom fim-de-semana :) Fui.



Foto: aqui






Maratonas e corridas à parte ... Dia 4#

O treino da mente carece de tanta persistência (e às vezes mais...) do que a dos pés e das pernas. É muito ardiloso, inventa mil desculpas.

Às vezes dói-nos o coração. Outras vezes outros órgãos vitais como a alma e as antenas dos dias. Para quem acha que não tem atentas, está cientificamente provado que tem. Antenas são órgãos discretos que se cansam com os disparates que os outros lhe dizem ou fazem. Como vêm, gente que é gente, tem antenas. Raramente são tratadas. Os tratamentos variam em função da idade e do planeta em que se habita.

Quando o estado de afectação das antenas está muito avançado, já não adiantam remédios simples. Nessas alturas tem que se chamar a cavalaria pesada e fazer os impossíveis para estar em contextos de rir. Esses contextos provocam ondas de satisfação e alívio tal, que rapidamente as pessoas deixam a sua cor esverdeada-cinzenta-cor-de-vomitado, para cores mais interessantes.

Próximas imagens são altamente contagiantes. A sua utilização deve ser suave e cuidada.

E ver as antenas a voltar à normalidade que devem: serem estupidamente felizes.

Desafio dia 4#: rir, rir muito. Encontrar pessoas, contextos que nos façam perder de riso. Andamos a rir pouco. Precisamos urgentemente de rir mais ;)






Maratonas e corridas à parte... Dia 3#


O verão foi de namoro. E foi um namoro tão bom com eles, que não o quero largar. A sensação boa de ter tempo e disponibilidade mental. Esticar essa sensação o ano inteiro. Parece sempre coisa impossível mas há coisas que vão mudando e se aprende a gerir melhor. Só sei que quero ser uma mãe melhor. 

Acredito no discurso positivo, no reforço, em levar as coisas a bem... Na teoria bate tudo certo. Pois, pois... E vêm os cansaços, os nossos e os deles, e as rotinas, e etcetera e tal. Mas aprende-se, avança-se. Acredito nisso, sendo um esforço diário, muito, muito consciente porque se quer e se acredita que se é mais feliz assim.

Surgiu assim um propósito para este verão, estas férias com eles e neles: dizer mais vezes Sim´s, do que Não´s. Tudo começou quando eu própria ouvia muitos Não´s deles: 
"- Vamos jantar! - Nãooooo!
- Desliguem a televisão para irmos dar uma volta! Nãaooooooo!
- Vamos andar de bicicleta? Nãaooo!"

E aquilo aborrece. Muito. E o ritmo até era o de férias. Os miúdos são muito o reflexo do que os rodeia, da personalidade deles, do que vêm, do que experimentam... Parei para "ouvir" o meu discurso para eles e havia muitos Não´s. Sim, tem de haver limites. Ajuda, estrutura e tranquiliza saber que têm adultos que cuidam deles, seguros. Mas será que não seria possível mudar alguma coisa no meio disso tudo? 

Tentei num dia, tentei no outro e caramba como é difícil dar respostas mais de SIM´s do que de Não´S!

Mas vou continuar a treinar. Mudar a forma do discurso, sem mudar o conteúdo.

Desafio do Dia 1# e Dia 2# em andamento. 

Desafio do Dia 3#: dizer mais Sim´s do que Não´s, a eles, a mim, à Vida.

Inscrições para esta maratona, abertas ;)



Foto: aqui 

Maratonas e corridas à parte... dia 2#

Ontem, quase a adormecer, voltei a acender a luz, peguei no caderno e escrevi três coisas pelas quais estive grata durante o dia. A verdade é que acontece sempre o mesmo... impossível não sorrir no fim. Desafio do dia 1# para ver aqui, concluído. Segue-se o resto da semana. 

Dar. Esta coisa boa de dar, sem esperar nada em volta, em troca. Mimar o outro porque sim. 

Desafio do dia 2#: dar.

Enviar uma sms a alguém com um mimo inesperado, olhar alguém nos olhos e dizer que se lhe sentiu a falta, perdoar para seguir em frente, dizer que se gosta muito, que há saudade, fazer um agrado, uma surpresa. Fazê-los rir até mais não. Deixar tudo e perdermo-nos neles. Nos outros. Nos nossos.



Foto: aqui


Maratonas e corridas à parte... Dia 1#

Há quem, tão bem corra maratonas, semi-maratonas, meia-maratonas, maratonas ao contrário e invertidas. Maratonas só em dias de sol e só as de granizo. Há maratonas para todos os gostos e feitios. 

Exige treino e quem o faz diz que vicia. Não sei mas acredito que sim. Aliás, estou cá para comigo que tudo o que se faça com treino regular, deve dar bons resultados. 

Se há quem corra tanto e seja feliz, mesmo com esforço, transpiração, aflição então não deve ser muito diferente o resto. Aquele resto em que há muitas incertezas e é preciso treinar para acreditar. Uma e outra vez. Acreditar que sim, que vai dar certo, que o merecemos. 

O treino aqui começou hoje e pretende-se que seja uma aventura.
Rodear de pessoas de verão, pessoas de sol. 
Ler o que enche as medidas do corpo e da alma sem deixar espaço, nem incertezas. Cuidar e respeitar. 
Agir, sempre.
Encher os dias com o que há de melhor. 
Respirar, muito. 

Perceber que quando se consegue serenar e se acredita que vai dar certo, só pode dar certo. É preciso treinar para acreditar. Inscrições para os treinos abertas. :) 

Dia 1#
Durante uma semana, sem falhar, escrever um diário de gratidão - 3 coisas boas para estar grata no fim de cada dia.

Para concluir.
Mesmo que na altura parece que não, a verdade é que...




Imagem: aqui

O carteiro bateu só uma vez!

Há dias de telha.

Telha à séria, muito mais dura que as de ardósia e cerâmica. Mesmo em dias de sol, há telha, o que é que se quer! 

E lêem-se umas coisas bonitas, wuindas, para ver se se consegue serenar o espírito (e a telha!), mergulha-se no trabalho de que tanto se gosta, respira-se fundo ao ponto de já me terem perguntado no trabalho se estava com algum ataque de asma agudo, e mais isto e aquilo. E a terapia dos palavrões em fila indiana de que ainda não falei mas um dia falarei por aqui.

Há telhas, o que é que se quer senhores! 

Chega-se a casa e uma encomenda grande e cheia de cor. O carteiro bateu só uma vez e trouxe um envelope cheio, cheio de cor. Um dia destes falarei também sobre isso. 

Por isso, lá tive que dar o braço a torcer e aceitar que alguns dias, só para nos darem a volta, podem acabar bem melhor do que começaram. 

Fim-de-semana colorido!


Foto aqui

27, 26, 25... contagem decrescente


Em contagem decrescente para o ano novo. O meu. O último desta década.

Três ou quatro metas até lá. 
Para começar o ano novo como se quer, com a alma e o coração arrumado.
E depois um ano inteiro para despedir e largar o que não interessa, de vez. 
Acarinhar o que sempre cá esteve e dar-lhe voz e cor.

Ontem ficou decidido que quero o Verão o ano inteiro.
Hoje decido que vou comemorar o Ano Novo este mês. No meu dia.


Foto aqui

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